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Meta é processada sob alegação de que terceirizados no Quênia revisaram cenas íntimas gravadas pelo Ray-Ban
A Fortune informou em 28 de julho de 2026 sobre uma ação coletiva nos Estados Unidos, protocolada em março de 2026 pelos autores Gina Bartone e Mateo Canu, que acusa Meta e EssilorLuxottica de encaminhar imagens captadas pelos óculos Ray-Ban Meta a terceirizados no Quênia sem informar o usuário, incluindo gravações íntimas. A reportagem observou que, a essa altura, os óculos já haviam ganhado um apelido público depreciativo, em meio a relatos de filmagem secreta de pessoas se trocando.